Conteúdo Técnico · Capim-elefante
BRS Kurumi: sua história e evolução
A BRS Kurumi integra o grupo dos capins-elefante e ganhou espaço em sistemas que buscam uma forrageira adaptada ao manejo sob pastejo, desde que implantação e utilização sejam planejadas de acordo com as condições da propriedade.
Um capim-elefante com proposta de uso própria
Embora pertença ao mesmo grupo botânico de outros capins-elefante, a BRS Kurumi não deve ser tratada como equivalente a materiais voltados principalmente à formação de capineiras de corte. A finalidade de uso é parte essencial da escolha da cultivar.
Da cultivar ao sistema de pastejo
O potencial da forrageira depende da interação entre solo, fertilidade, água, clima, estabelecimento e manejo. Números de produção precisam ser interpretados conforme unidade, período e condições de avaliação, e não como promessa universal de produtividade.
Implantação vegetativa
Como outros materiais de capim-elefante, sua implantação depende de material propagativo vegetativo. Qualidade do material, preparo prévio da área, umidade e rapidez das operações influenciam o estabelecimento.
BRS Kurumi dentro do planejamento forrageiro
A decisão de implantar deve começar pelo objetivo da área e pela capacidade de manejo da propriedade.
A forragem é a base do sistema produtivo
A cultivar é uma peça do sistema, não uma solução isolada.